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Anauê meu povo...
Um Post novo, um tempo novo, um dia novo...
E ao ver um barco acostado na areia, senti vontade de retrata-lo.
Olhando-o bem a cena é triste, romântica e bela.
Ele ali esolhe um paradeiro, um lugar chamado: espera
Um barco longe do mar
somente esperando o momento de voltar,
Assim como as ondas em seu bailar
em um dado momento irão, pra depois voltar.
Há sempre um momento pra ancorar,
pra refazer-se e voltar.
Há sempre um tempo pra esperar
marcado em um relógio de sol... poente e nascente sem parar.
Há sempre um tempo pro silêncio
quebrado logo mais com o cantar das espumas na areia
já que as espumas não são mais que almas das sereias.
Há sempre um momento pra doces quiméras .
E a minha sempre rima, sempre tem o azul do sorriso dela...
Título: PARADEIRO (Nanquim sobre papel A4).
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Na Escuta: Nando Reis... Mesmo sozinho...
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Postado por Mårkïnhös
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